Arquivo 2020

Preparando um time para o sucesso

David Pacheco
Associate Creative Director na Elephant

Designer de produto nascido em Maceió, passou por São Paulo, Rio de Janeiro, Dublin e mora em São Francisco. Trabalhou na Huge e hoje está na Elephant (agência de design digital) liderando times em diversos projetos para Apple, Beats, Twitch, Cisco e algumas startups.

David Pacheco
Escute este artigo

Algumas vezes nesses últimos anos fiz parte de projetos que fracassaram. Quando falo em fracasso, me refiro a não serem implementados conforme o esperado ou que se desorganizaram e perderam o foco no decorrer do processo, causando inúmeras frustrações dentro do time. E sempre que isso acontece, terminamos perdendo a paixão pelo produto e o único objetivo se torna querer nos livrar daquela "bomba".

"Setting up for success" foi um termo que escutei bastante desde que vim trabalhar em San Francisco e só comecei a entender mais claramente depois que assumi uma posição de liderança nos projetos que participo. Eu acreditava inicialmente que o segredo era só selecionar os melhores designers e não teria como dar errado, sendo que na verdade não é bem assim. Passei a entender que existe uma série de variáveis "invisíveis" mas que normalmente são extremamente importantes para prevenir que nossos projetos naufraguem.

Vou tentar tangibilizar algumas dessas variáveis que venho observando dentro da minha experiência trabalhando em uma agência de design de produtos digitais.

Time

Primeira decisão que considero relevante para o sucesso é a escolha do time, nesse momento tento trabalhar junto com o time administrativo e gerentes de projeto para determinarmos juntos a quantidade de recursos que serão alocados de acordo com o orçamento e a necessidade de cada projeto. Acredito ser necessária a participação de um líder criativo ativamente nessa decisão por conseguirmos ter uma visão melhor dos processos para determinar quais dos designers disponíveis terão o melhores skills. 

De forma geral, sempre tento trabalhar com times pequenos. Talvez seja uma preferência pessoal, mas acredito que em times maiores é preciso dedicar mais tempo fazendo alinhamentos internos, além de uma maior probabilidade do time caminhar em direções divergentes. Quanto menor o time mais influência cada indivíduo terá no resultado final, o que dá uma motivação extra e um senso de responsabilidade e propriedade para os designers.

Quando o time é novo, existe também uma curva de aprendizado até a dinâmica começar a se encaixar. Quando o projeto tem deadlines extremamente curtas, tento montar um time que já tenha uma certa fluência trabalhando em conjunto. Como nem sempre essa é uma opção, nesses casos tento ajustar as expectativas e entregas entendendo que isso vai acontecer nas primeiras semanas de trabalho e tá tudo certo.

Acredito que os melhores projetos surgem quando a atmosfera do time está boa e as coisas acontecem de forma mais orgânica, então durante todo o processo me questiono e converso individualmente com cada um para entender se estão felizes com sua contribuição e com o progresso do projeto. Planejar atividades fora do ambiente de trabalho é sempre uma boa prática para o time sair um pouco daquela "bolha técnica" e se conectar. Antes da quarentena saiamos sempre que se fechava um ciclo do projeto para atividades sociais e jogos, mas durante o COVID, devido ao distanciamento social, esse tem sido um desafio ainda maior. Ultimamente temos reservado um tempo para happy hour e jogos online e aparentemente vem dando certo, em especial Among Us tem sido um jogo bem divertido para criar essa conexão.

Reuniões

Esse é o momento em que as principais decisões do projeto são tomadas, sejam elas internamente ou junto ao cliente. Em parceria com gerente de projeto e líderes de outras disciplinas envolvidas (time de produto, desenvolvimento, relacionamento com o cliente) tento determinar a melhor cadência de reuniões para cada projeto.

Reuniões internas

Reuniões internas são mais fáceis de administrarmos já que temos mais controle da situação. Obviamente a quantidade e necessidade de reuniões varia de acordo com a dinâmica de cada projeto, mas tento garantir que o time de design tenha pelo menos um momento junto diariamente (sem gerente de projetos ou terceiros) para evitar causar qualquer tensão e focarmos apenas em discutirmos nossas explorações.

Quanto mais novo é o time, mais frequente são essas reuniões para que possamos ter certeza de que estamos alinhados nos problemas e oportunidades que estamos explorando. Antes da quarentena, gostava muito de casualmente nos reunirmos na tela de um ou outro para trocarmos ideias, mas neste momento tento deixar os horários reservados e ferramentas como o Figma, Slack e outras tem facilitado bastante a colaboração remota.

Como o time do projeto não é composto apenas por designers, tentamos nos conectar pelo menos uma vez por semana com outras disciplinas (estratégia, redação, produto, desenvolvimento, etc.). Normalmente eu prefiro adicionar mais check-ins (mesmo que mais curtos) de que incluir múltiplas áreas na mesma reunião, dessa forma cada reunião tem uma agenda e objetivo muito mais claro e evita feedback em diferentes frentes, que muitas vezes podem ser contraditórios e deixar o time perdido.

Para exemplificar aqui como fica o resultado dessa equação, uma cadência muito comum é:

  • Time de design se reúne diariamente para compartilhar e discutir explorações. 
  • Time criativo (design, redação, estratégia, etc.) se reúne pelo menos duas vezes por semana para compartilhar progresso e discutir direções. 
  • Time de design, desenvolvimento e produto se reúnem semanalmente para compartilhar progresso, esclarecer dúvidas de todas as partes e discutirmos requerimentos.

Reuniões externas

De forma geral, eu acredito que o cliente é um grande colaborador do projeto e existem dois grandes pontos de aprendizados para time de design durante essas interações. Um deles é que, apesar de muitas vezes sermos potenciais usuários dos produtos que estamos desenvolvendo, o cliente tem um entendimento do negócio muito melhor que a gente que está emergindo naquela indústria há muito pouco tempo. O segundo ponto é que é fundamental entendermos os recursos e a logística que eles terão disponíveis para poder administrar o produto que estamos desenvolvendo. Para exemplificar, não adianta entregar um blog se eles não têm recursos ou não é uma prioridade do negócio contratar alguém para gerar e/ou gerenciar o conteúdo.

Normalmente cada empresa que trabalhamos possui uma cultura e dinâmica de trabalho individual onde não temos muita autonomia, mas uma coisa que tentamos determinar é quais são os stakeholders que serão responsáveis pela aprovação das etapas do projeto. O melhor dos mundos é quando o cliente que estamos nos comunicando no dia a dia é o tomador de decisão, mas é muito frequente que, uma vez que o projeto seja aprovado por esse cliente, ainda haja a necessidade de passar pela aprovação do "big boss", que nem sempre compartilha da mesma opinião que ele.

Entender a dinâmica externa é importante também para ajustar nosso processo interno e antecipar fatores que possam influenciar atrasos ou reajustes na timeline do projeto. É muito comum o cliente não ter uma visibilidade clara desse processo e não está preparado corretamente, atrasando para providenciar feedback ou outros erros comuns que retardam todo o processo. Nesses casos, me comunico e confio no time de relacionamento com o cliente pra fazer esse papel. Participei de projetos que atribuo a maior parte do sucesso ao time de relacionamento, por conseguir ter uma boa leitura da dinâmica do cliente e trabalhar em conjunto para organizar o time deles também para um processo de revisões que se encaixam de forma fluida com nosso processo.

Um outro fator muitas vezes esquecido, dependendo da natureza do projeto, é que precisamos incluir em algum momento do processo uma revisão com outros times do lado do cliente (Acessibilidade, Jurídico, Privacidade, etc.). Já participei de projeto que foi um "sucesso" até ser barrado por questões de privacidade, e outros que atrasaram porque o conceito foi concebido com base em assets que não poderiam ser utilizados por questões legais.

Implementação

Implementação é um assunto que merece um artigo todo dedicado, mas vou tentar resumir algumas boas práticas que vêm dado certo comigo.

Para que o projeto seja implementado conforme esperado, é necessário que esse assunto seja discutido em vários momentos do processo. Os maiores erros que presenciei foram quando o time criativo trabalhou de forma muito isolada e só incluiu o time de desenvolvimento em uma etapa mais avançada. Nesses casos, se houver qualquer surpresa, os desenvolvedores vão ter que "forçar a barra" para o conceito ganhar vida ou o time criativo terá que adaptar o design de última hora para tornar o projeto viável. Ambas as experiências tendem a minimizar a qualidade do resultado ou, em casos mais extremos, podem impossibilitar a implementação e o projeto nunca ir ao ar.

Apesar de todo projeto terem suas individualidades, tentamos envolver o time de desenvolvimento e de produto cedo no processo. Nos reunimos com frequência para termos certeza que estamos endereçando corretamente os requerimentos necessários, e que as soluções que estamos trazendo sejam implementáveis dentro do contexto de linguagem, plataforma e tempo que os desenvolvedores terão disponíveis.

Uma importante prática que pode ajudar a minimizar um possível design não realista é a inclusão de pelo menos um designer do time com um bom entendimento de desenvolvimento. Tento também evangelizar a prática de protótipos nos times que participo para validar explorações, principalmente pra testar conceitos ou funcionalidades mais complexas, e também para que possam servir como referência para o time de desenvolvimento, de modo a fornecer uma direção mais real e detalhes dos designs concebidos que só as telas estáticas não comunicam (interações, bezier, velocidade, ordem na transição de elementos, etc.).

Finalmente, a última fase de um projeto é a passagem de bastão do time de design para o desenvolvimento. Já vi muitas entregas rasas onde o time de design deixou muitas dúvidas e decisões para serem tomadas pelos desenvolvedores, e outras entregas onde o time terminou perdendo tempo documentando especificações repetidas ou desnecessárias. Costumo fazer um checklist dos itens que deverão conter no arquivo final junto ao líder do time de desenvolvimento para evitar surpresas e estimar quanto tempo será necessário para produção dos arquivos finais. Sempre que surge uma dúvida sobre a necessidade de uma coisa ou outra, esclarecemos nos nossos check-ins semanais.

Todas essas experiências compartilhadas são específicas do meu dia dia, e espero que possam de alguma forma contribuir com seu contexto.

No final das contas, mais importante do que seguir cada tópico à risca, é continuarmos questionando, antecipando e adaptando todas essas variáveis que não fazem parte necessariamente dos aspectos técnicos de um projeto, mas que tem uma influência direta no sucesso dele, e na felicidade da equipe.

Deploy.me
Desenvolva sua carreira em UX Design, Produto e Dados com bootcamps imersivos, práticos e de curta duração com facilitadores das principais startups do Brasil e do mundo. How. Skills, not degrees.
15%OFF código:
DESIGN2021

Explore outros temas

Por que designers devem aprender No-Code em 2021?

Caio Calderari
Caio Calderari

Designer Produteiro

Robson Ramos
Robson Ramos

Como Designers estamos preparados para um mundo que precisa de regeneração?

Barbara Villar
Barbara Villar

UX + LGPD. A privacidade do usuário na era dos dados

Hideki Katsumoto
Hideki Katsumoto

O Design no ano 21 do século 21: educação e trabalho pela cibercultura

André Grilo
André Grilo

UI Designer? Deus me livre, mas quem me dera!

Adelmo Neto
Adelmo Neto

Não coma o marshmallow

Camila Borja
Camila Borja

Design ético em pauta

Lucas Cruz
Lucas Cruz

UX e o Amanhã da Profissão

Amyris Fernandez
Amyris Fernandez

Liderança em Design: 5 dicas para quem quer virar Líder de Design

Victor Zanini
Victor Zanini

Design como fator de mudança para processos, cultura e maturidade nas empresas

Bruce Namatame
Bruce Namatame

Liderança inclusiva, design e autoconhecimento

Thaly Sanches
Thaly Sanches

Design de experiência contra o racismo algorítmico

Polli Lopes
Polli Lopes

Faça seu design orientado por dados

Mumtaz Mesania
Mumtaz Mesania

Você já foi um designer iniciante, Design no interior e Michael Scott

Felipe Marinelli
Felipe Marinelli

A visão de um designer que acredita na política do seu dia-a-dia aplicada a sociedade brasileira

Henrique Peixe
Henrique Peixe

Confissões de um designer apaixonado

Jane Vita
Jane Vita

Inovação em design organizacional: como ser prático na prática? 🚀

Eduardo Maia
Eduardo Maia

Design, um esporte coletivo e colaborativo

Beto Lima
Beto Lima

Perspectivas visuais e um conceito social (talvez) necessário

Eduardo Arce
Eduardo Arce

Por uma comunidade de design mais aberta e colaborativa

Karina Tronkos
Karina Tronkos

A motivação por trás de novos hábitos

Nathalia Cabral
Nathalia Cabral

Você aprende aquilo com que se importa

Denise Pilar
Denise Pilar

Levei 8 anos para me definir como UX designer. E eu vou te contar como.

Lais Mastelari
Lais Mastelari

A síndrome de impostor no design, o “outro” inatingível e ambientes tóxicos

Thomas Castro
Thomas Castro

Pensando design além da interface

Juliana Akemi Segawa Cangussu
Juliana Akemi Segawa Cangussu

O designer nômade

Leo Ehrlich
Leo Ehrlich

O Design e os trem por trás das coisa: Soft Skills, Multipotenciais e Polímatas

Brunão
Brunão

É responsabilidade de quem?

Vinícius Gomes
Vinícius Gomes

Aprendizados para 2021 sobre a acessibilidade digital em 2020

Liliane Claudia
Liliane Claudia

UX Writing: o desafio constante de aprender a se comunicar

Camila Gaidarji
Camila Gaidarji

Se você quiser voar, precisa soltar o que te puxa para baixo

Tereza Alux
Tereza Alux

O conceito equivocado de público-alvo que exclui pessoas

Talita Pagani
Talita Pagani

Finalmente uma descentralização geográfica do design brasileiro?

Larissa Trindade
Larissa Trindade

Designer Sobrevivente

Humberto Matos Valério da Silva
Humberto Matos Valério da Silva

Fale com o seu ambiente e as novas experiências conversacionais

Caio Calado
Caio Calado

O Product Designer está fora de forma?

Marco Moreira
Marco Moreira

E se a inovação pudesse ser guiada por processos de design mais colaborativos?

Larisa Paes de Lima
Larisa Paes de Lima

"Fosse ou não à escola, eu estudava."

Ariana Dias Neves
Ariana Dias Neves

Transição de carreira e diversidade

Liliane Oliveira
Liliane Oliveira

Como construir maturidade de Design em empresas em transformação digital

Bianca Faraj
Bianca Faraj

Receita de UX Designer

Leandro Rezende
Leandro Rezende

POs e PMs e suas relações com acessibilidade

Livia Gabos
Livia Gabos

Experiência do Usuário Surdo

Beatriz Lonskis
Beatriz Lonskis

Visualizando os dados da comunidade de UX no Brasil

Carolina Leslie
Carolina Leslie

O futuro é plural

Paola Sales
Paola Sales

Líderes do presente

Juliana Marcenal
Juliana Marcenal

Vamos parar de falar em Produto e vamos falar em Design de Serviço?

Erico Fileno
Erico Fileno

Desobediências conceituais no Design

Andrei Gurgel
Andrei Gurgel

A crescente importância de tudo o que não sabemos

Bruno Canato
Bruno Canato

Como quase ter virado um Product Manager me fez ser um Product Designer melhor

Filipe Bitencourt
Filipe Bitencourt

Liderança e Maternidade: Qualquer semelhança não é mera coincidência

Bruna Amancio
Bruna Amancio

3 passos para mudança do mindset do time comercial

Rafael Xavier
Rafael Xavier

Na contemporaneidade, o que não é design?

Isadora Ribeiro dos Santos
Isadora Ribeiro dos Santos

Design, liderança e ambientes seguros: reflexões e sugestões

Vinícius Vieira
Vinícius Vieira

Design como ferramenta para um mundo melhor

Camila Moletta
Camila Moletta

Uma carta para a Crítica

Vitor Amorim
Vitor Amorim

O design não vai salvar o mundo! Ou vai?

Bruna Castro
Bruna Castro

Que em 2021 tenhamos tempo, dinheiro e saúde para fazer a diferença

Thiago Hassu
Thiago Hassu

Design e cultura de experimentação

Leandro Lima
Leandro Lima

21 coisas que tem que acabar em UX design para 2021

Rafaela de Souza da Silva
Rafaela de Souza da Silva

Multiculturalismo remoto

Tai Civita
Tai Civita

Como você enxerga o Design?

Monica Barros
Monica Barros

Pare de seguir os velhos padrões visuais

Raniel Oliveira
Raniel Oliveira

Design Ético: como nós, pessoas que consomem e desenvolvem, podemos atuar

Bianca Brancaleone
Bianca Brancaleone

A Jornada do Mentor - Como se tornar um herói em UX

Sheylla Lima Souza
Sheylla Lima Souza

Designer é solucionador de problemas ou colonizador?

Fernando França
Fernando França

Sua experiência com o futuro do trabalho está diretamente relacionada a quanto você se conhece

Kpelo
Kpelo

O bom design durante os sintomas da pandemia

David Arty
David Arty

Reflexões sobre a Escuta no Design de Experiências

Denise Rocha
Denise Rocha

Menos sobre nomenclaturas e mais foco no que precisa ser feito

Renan Manço
Renan Manço

Um convite para a auto-descoberta

Karen Tie
Karen Tie

Design realmente centrado no humano

Nina Telles
Nina Telles

ROI do Design e o Cafezinho

Felipe Melo Guimarães
Felipe Melo Guimarães

Co-design: Não é só sobre Design

Wander Vieira
Wander Vieira

Design é uma conversa cultural

Julia Nascimento
Julia Nascimento

Empreender e pivotar na profissão designer

Marcelo Leal Felix
Marcelo Leal Felix

Design para um time

Thais Yabuuti
Thais Yabuuti

UX Design não é modinha, é negócio

Luan Mateus
Luan Mateus

2021: um ano para recomeçar (?)

Koji Pereira
Koji Pereira

Precisamos falar sobre saúde mental em design

Marianna Piacesi
Marianna Piacesi

A inevitável mudança do Design no "pós-pandemia"

Thoz
Thoz

A antiga, porém nova verdade sobre DesignOps

Guilherme Gonzalez
Guilherme Gonzalez

Vulnerabilidade e o primeiro passo contra a impostora

Tamy Lemos
Tamy Lemos

O design pode mudar o mundo

Renato Paixão
Renato Paixão

Design do Amanhã

Natalí Garcia
Natalí Garcia

Voltando às raízes para um design acessível

Maju Santos
Maju Santos

Como vamos projetar serviços e produtos digitais na era da economia de vigilância?

Janayna Velozo
Janayna Velozo

Cultura de UX sob aspecto da linguagem

Melina Alves
Melina Alves

Subiu, e agora? Como medir o sucesso e a performance do Design

Fernanda Magalhães
Fernanda Magalhães

Métricas de UX: O que são, onde vivem e do que se alimentam?

Rafa Brandão
Rafa Brandão

Designers will design

Juliana Morozowski
Juliana Morozowski

Sou Designer, onde vou usar a fórmula de bháskara?

Rafael Miashiro
Rafael Miashiro

O papel do designer na desconstrução do ciclo da invisibilidade

Joyce Rocha
Joyce Rocha

Uma nova visão holística do design

Bel Araújo
Bel Araújo

As pegadinhas do nosso cérebro

Renata Carriel
Renata Carriel

O Designer é a Interface - Desafios do design e experiência do usuário em tempos de isolamento social

Ubiratan Silva
Ubiratan Silva

A Maturidade do Designer UX

Ioná Dourado
Ioná Dourado

UX Research na Era Inteligente

Gabriel Bastos
Gabriel Bastos

O que 2021 promete, além da vacina? Design Ops e Acessibilidade!

Paulo Aguilera Filho
Paulo Aguilera Filho
não clique