Arquivo 2020

Co-design: Não é só sobre Design

Wander Vieira
Head de Service Design na ZUP
paternidade, colaboração, conexão, social, diversidade, inclusão, amor

Sou mineiro de Araxá, 44 anos, pai de Antonio e Mariana e companheiro de Luiza. Amo artes, tatuagem, música e não dispenso uma roda de conversa. Estou nessa jornada de usar a internet para resolver os problemas das pessoas desde 1996. Amo tudo que faço.

Wander Vieira
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Antes de pensar em 2021, queria voltar um pouquinho no tempo.

Há cerca de trezentos e cinquenta mil anos atrás, nós humanos,  já estávamos aqui e olha... sobrevivemos. Sobrevivemos porque aprendemos, criamos, nos relacionamos e influenciamos o ambiente à nossa volta. Nossa capacidade de observar o mundo nos fez evoluir e nossos ancestrais nos deixaram como herança, instintos que hoje consideramos natos.

Também herdamos um legado cultural extremamente vasto. Ideias, artefatos, crenças morais, conhecimento, adquirido a partir do convívio social. Assim continuamos evoluindo. O próprio termo "cultura" já não coube mais em sua origem (agricultura). Estamos constantemente combinando nosso passado com o futuro que imaginamos melhor.

Foi nesta linha ainda, de buscar padrões e refinar nossas rotinas, que aprendemos a linearizar. Resgatamos nosso instinto repetindo o que deu certo antes (e que nos fez sobreviver) e assim que criamos processos para produzir alimentos, roupas, transportes e, bem… criamos processos para educar trabalhadores e matamos boa parte de nossa origem curiosa e exploradora, mas não vou me estender aqui… Enfim, os processos manuais foram industrializados, depois acelerados com energia, transporte, comunicação, eletrônica, e isso nos trouxe até a atualidade. Sempre encontrando um modelo e repetindo.

Com a invenção da máquina analítica de Charles Babbage, o primeiro algoritmo de Ada Lovelace até o primeiro computador de Alan Turing o entendimento de computação ainda era restrito a usos muito distantes das pessoas. Até que em 1989 Tim Berners-Lee começa uma mudança...

Me lembro bem quando a internet e telefonia móvel chegaram no Brasil, em meados da década de noventa. Aquilo me encantou e nunca mais me desconectei deste cenário. E como eu, muitas outras pessoas viram grandes oportunidades de fazer parte desta transformação.

Criamos programas de computador, várias linguagens e ferramentas já nasceram e morreram, criamos websites, hotsites, a publicidade abraçou o digital, criamos jogos, lojas eletrônicas, bancos criaram seus canais digitais, nasceram aplicativos, ecossistemas inteiros completamente digitais. 

Hoje tudo é tech: Fintechs, Health Techs, Ed Techs.

Antes de seguir adiante sobre este novo mundo tech, queria ressaltar alguns marcos dessa mudança:

  • Manifesto ágil: 2001
    Propõe uma mudança significativa na cultura das empresas e inspirou (principalmente após a publicação de Eric Ries de "Lean Startup" em 2012) a criação de muitas empresas que refinam seus processos, focam em entregar valor de forma constante aos clientes e aprender com estas entregas, transformando a maneira como novos produtos são criados, desenvolvidos e lançados.
  • Crise de 2008
    Esta crise não se resumiu apenas ao setor financeiro e imobiliário americano: empresas fecharam as portas e o desemprego disparou no mundo todo. No entanto, todo este cenário culminou no nascimento (coincidência ou não) de empresas como Uber (2009), Airbnb (2008), Waze (2008) , Whatsapp (2009). Todos estes acontecimentos trouxeram consigo um novo olhar para o cenário global, a economia colaborativa e o modelo digital que serve a um "novo" modelo de consumo.
  • Covid 2019
    Não menosprezando todas as mortes e impactos negativos desta pandemia, não podemos deixar de dizer como ela impacta o mercado digital (aguardem o resultado do panorama UX deste ano).  Mas é de se esperar que nos tornemos mais reflexivos quanto a nossa relação com a sociedade, a colaboração e a qualidade de vida. 

voltando...
Hoje tudo é tech.

Transações financeiras via aplicativos, consultas médicas remotas, estudo a distância, trabalho remoto, compras de supermercado e refeições rápidas, etc.

O cenário global favorece as tech companies. Aos olhos de muitos empreendedores é necessário acelerar ainda mais. A visão de produtos digitais abraça todas as empresas. Nascem novos cargos, novas estruturas, modelos e mais modelos… Agilidade é palavra mandatória. O ciclo "lean startup" soa bem aos ouvidos, mas o resultado que se nota por aí é:

"Pilota - Bate - Pivota"

Empresas favorecem o erro e aprendizado, e está certo, mas é preciso saber minimamente onde errar. A cada minuto se experimenta um modelo diferente na tentativa de trazer sensatez ao que deve ser feito. Referências como design sprint, lean inception, dual track, triple track, growth hacking, golden circle e vários canvas que levam algumas pessoas a tentar compilar o conhecimento em um modelo a ser replicado, LINEARIZADO. Achamos que prendemos, empacotamos e entregamos produtos. Falta às vezes senso crítico, ou coragem para lidar com burocracias e prazos. Além disso, nosso processo de trabalho não pode ser empacotado. Não diante da quantidade de novos problemas que nascem hoje,  reflexos de ações mal planejadas: como ansiedade, uberização do trabalho, e muitos outros.
Já num contexto de liderança, a estratégia precisa sair dos OKRs, métricas e dados e passar a considerar o ser humano, suas emoções e seu papel social.

Então minhas reflexões aqui com relação ao nosso trabalho é…

  1. Tem fórmula pra trabalhar melhor?
    Você lembra das fórmulas que aprendeu para fazer todas suas provas na escola? 
    Não né? Então vamos lá:
    Por exemplo, o Golden Circle.
    É só preenchê-lo e gerar consenso ou você já questionou o processo?
    Ao estudar uma série de aplicações desta dinâmica, identifiquei que muitas delas o porquê começa com: "Nós acreditamos". 

    Empresas existem pelas pessoas. De um lado pessoas com questões a serem resolvidas, de outro com pessoas que têm habilidades para resolvê-las. Particularmente, prefiro aplicar assim:. 

Os canvas são ótimos! Mas nem sempre é só isso.
Pergunte-se, por que fazer: persona, lean canvas, formulário, protótipo em alta?
Como eu poderia fazer diferente pra descobrir o que realmente importa neste contexto? Use o que tem, e adapte.

  1. Que trabalho realmente precisa ser feito?
    Conecte-se com as pessoas. Não é basicamente o que desejam fazer, mas como isso é importante pra ela além da camada funcional de seu SERVIÇO (Não é só produto) e toda a cadeia de valor de um negócio dentro de um contexto social específico. Por isso, também considere o emocional e o social.
  2. Que história você quer contar para os seus?
    Resolver problemas é sobre contar histórias (mas sem romantizar nem exagerar).
    Basicamente você precisa entender o cenário (contexto), as pessoas (não um herói, personagem ou persona), os conflitos que elas têm que encarar, e as consequências de encarar ou não estes conflitos, para então propor uma mudança e, juntos, resignificar este cenário.

  1. O design vai salvar o mundo?
    Somos fortes juntos e nossa palavra tem poder, mas como já ouvi de uma colega: "desenhar tela não resolve problema". Precisamos de grupos com o pensamento focado em quais são os problemas, como vamos resolvê-los juntos e quais os impactos disso. E isso não é um privilégio do pensamento em design. Trabalhe pelas pessoas, não pelo design. Se você descobrir em sua própria jornada que consegue ter mais impacto no mundo com habilidades de código, vá em frente. Mas siga conectando pessoas. 
  1. Estamos respondendo à quê?
    As pessoas  estão cada vez mais exigentes e valorizando empresas com serviços que se preocupam com questões sociais e ambientais. Com essa mudança de visões de consumo, e modelo de trabalho, a forma como as empresas operam hoje não se sustenta. O jeito antigo não funciona, mas a principal questão é que o novo ainda não está pronto. Isso explica por que algumas pessoas tentam usar soluções antigas para resolver problemas novos.

 Então como pensar numa estrutura que suporte esta mudança?

No curso Clip, da Perestroika, conheci esta visão abaixo:

O primeiro, com empresas familiares, onde o fundador, em geral o Pai ou Avô retém todasinformações e conhecimentos sobre o negócio.
O segundo desenho, pode ser facilmente comparado a maior parte das empresasatuais (empresas tradicionais), onde líderes, sócios ou CEOs representam o ponto central, mas também existem outras lideranças e grupos que são centrais.
O terceiro modelo elaborado por Baran, nesta analogia, representa a forma como as Startups operam (ou se propõem operar). Não existe um poder absoluto, nem um ponto que seja mais relevante que outro. Pelo contrário, todos têm o mesmo poder, e todos estão conectados, nesta lógica, cada ponto tem o mesmo nível de poder e importância.

Talvez seja utópico, ou longe demais da realidade de uma grande maioria, mas vejo constantemente abordagens de mudança cultural propondo cenários similares, muitas vezes amparados por um discurso de agilidade e design organizacional. 

A reflexão que gostaria de deixar aqui é a seguinte:


Não é sobre design, empresas que co-criam não precisarão ser reativas, elas provavelmente estarão conectadas com os problemas da sociedade pela sua rede de pessoas e terão um caminho mais claro para seguir.

Se a economia é cada vez mais colaborativa e as redes compartilhadas, por que nosso modo de trabalhar é diferente?

Além disso, co-criando se tem:

  • Vários pontos de vista em torno de como e o que precisa ser feito;
  • Transdisciplinaridade, mais que inter ou multidisciplinaridade;
  • Mais clareza sobre o contexto dos problemas e como mudá-los;
  • Sentimento de pertencimento com um grupo forte que se apóia;
  • Melhoria na comunicação entre as pessoas;
  • Liberdade para errar juntos, errando menos que antes;
  • Aprendizado distribuído;
  • Considera a diversidade individual e social;
  • Reduz a ansiedade tirando o peso de uma pessoa apenas;
  • Caminho claro com papéis mais claros.

Vamos co-criar 2021?

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