Arquivo 2020

A Maturidade do Designer UX

Ioná Dourado
Head of UX

Teve seu primeiro contato com as metodologias de User Experience quando atuou como designer para o Buscapé Company em 2010. Ganhadora do Prêmio Ministério da Cultura e Petrobrás com o curta metragem em 3D Pernas para Voar. Foi a designer do primeiro App iOS da Dafiti em 2014, que ganhou selo de Melhores Aplicativos do Ano na Apple Store. Mestra em Semiótica pela PUC SP, e hoje está a frente do time UX da Dafiti, em constante aprendizado. Apaixonada por música e criatividade.

Ioná Dourado
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Para quem já tem algum tempo na estrada de UX certamente já ouviu falar no “UX Maturity Model”, uma escala que mede o quão comprometida a companhia está  em suas tomadas de decisões estratégicas centradas na experiência do usuário. Mas não é sobre essa maturidade que eu gostaria de falar com você hoje. Hoje gostaria de propor uma reflexão da nossa maturidade como designers, como pessoas, como seres humanos.

Nesse momento da pandemia, onde fomos obrigados a nos trancar e passar dias sem contato com outras pessoas, a não ser virtualmente, fomos forçados a olhar para nós mesmos. Queira você ou não, você passou mais tempo com seus pensamentos e com você mesmo. Confesso que tive grandes insights, crises pessoais e profissionais, reavaliei muitos comportamentos e busquei ao máximo continuar sendo boa profissional, mãe, amiga, esposa e acima de tudo, boa comigo mesma.

Uma análise UX de você como designer

A gente costuma falar muito em nosso meio sobre design centrado no usuário, o ser humano como centro de tudo, mas às vezes esquecemos que somos nós também usuários e seres humanos, com suas alegrias, prazeres e dores. O designer UX trabalha, de um certo modo, observando e tentando ajudar o usuário final, a quem está comprometido, e acaba esquecendo de se auto analisar, de fazer uma pesquisa consigo mesmo, buscar um conhecimento mais profundo, uma autocrítica para realmente crescer profissionalmente e também como ser humano.

Para não filosofar demais, vamos direto ao ponto. A seguir segue uma análise que fiz de minha própria carreira, e que fique claro, desde já, que isso não é de forma alguma uma tentativa de generalizar, ou de estereotipar os designers pelo mundo afora, longe de mim. O que trago aqui é uma clareza pela qual passei que você pode se identificar ou não.

Desde criança, sempre gostei de artes, desenho, pinturas, rabiscava paredes e tudo o mais que via pela frente. Na adolescência pintei vários quadros, tinha um portfólio cheio de desenhos e cheguei até a ter um traço bem definido, a ponto de ser reconhecido de imediato por alguém que eventualmente conhecesse o meu trabalho.

Importante dizer, também, que relutei muito tempo autodefinir-me como artista ou ostentar tal termo perante outras pessoas, embora sem poder desvincular referido termo da profissão que sempre sonhei...

A palavra “artista”, na minha mente, era algo sublime ... intangível ... Divino!...   Contudo, acho que esse assunto exige um outro momento.  

Por falar em “momento”; quando chegou o momento, efetivamente, qual faculdade fazer (não havia cursos de graduação específicos para Design), acabei optando por Propaganda e Marketing, que era a carreira que mais parecia se encaixar naquilo que eu gostaria de fazer. Me imaginava ganhando um Cannes Lions, e trabalhando em grandes agências de propaganda com todo o luxo de um criativo daquela época.

O tempo passou e fui me apaixonando cada vez mais pela internet… e de repente lá estava eu trabalhando como web designer. Concluí a pós em Design Gráfico e fui me especializando, trazendo finalmente a estética para minha vida profissional. Muitas pedras rolaram e hoje sou gerente de um time de designers UX em um dos maiores e-commerces de moda da América Latina.

Principais dores do usuário “eu”

A jornada não foi fácil, acredito que igual a mim, vários “artistas” caíram nesse ramo do design pois viveram o paradigma sociocultural de que arte não dá dinheiro: “- Meu filho, você tem que estudar uma coisa normal, trabalhar numa grande empresa, virar diretor”… e por aí vai.

Eu me pergunto quantos designers não seriam maravilhosos artistas nesse mundo de meu Deus?  Mas a nossa ficha precisa cair um dia, e entender que designer não é artista.

A ficha vai caindo conforme sua experiência profissional, e talvez você que está começando está lendo esse texto já possa cortar algumas etapas de sofrimento desnecessários.

Nós designers não podemos carregar o egocentrismo de um artista, nós desenhamos para a massa, milhões de pessoas vão usar nosso trabalho, não sejamos o dono da razão. Você não deixa de ser um SER ILUMINADO só porque o layout que foi para live não é exatamente como você havia planejado, porque o desenvolvedor disse que não dava para fazer daquele jeito, ou porque o P.O. achou necessário cortar alguns elementos de design. Calma, respira…

Houve uma época em que eu andava bem frustrada pois tinha idéias maravilhosas, pelo menos para mim, idéias realmente fora da caixa, que chegaram a passar pela fase da descoberta, e até um protótipo bem finalizado, porém acabou sendo engavetado pois não era prioridade da companhia naquele momento. Várias boas idéias foram engavetadas, muitos layouts transformados para atender a solicitação de negócios ou de TI.

Já fiz muita cara feia para entregas que foram para o ar, mas que não estavam exatamente do jeito que eu havia planejado, e olha que mesmo quando o projeto dava certo, no que diz respeito a aumentar a receita e cumprir com suas métricas e KPIs, eu ainda ficava chateada pois na minha cabeça poderia ter sido muito melhor.

Outros momentos difíceis acontecem, por exemplo, quando novas pessoas entram na companhia trazendo mil idéias para o negócio, e você precisa dizer ao sonhador que aquela idéia você já teve, mas nunca foi priorizada. É realmente frustrante ter que mostrar seu valor de criativo para pessoas novas na companhia, pois elas ainda não entendem a engrenagem, ou melhor, a maturidade que é preciso ter para se viver nos ambientes corporativos com seus sistemas e culturas,suas prioridades e macro estratégias.

Além dessas frustrações, no que se referem aos entregáveis, também surgem outras de  caráter pessoal. Lembro-me que tive alguns impasses na carreira enquanto eu crescia profissionalmente. Alguns designers questionaram minha posição de liderança. Olha, não é fácil, tem que ter muito jogo de cintura, tanto na parte técnica quanto na parte social.

Insights e soluções pessoais

O tempo passou, virei mãe, e, na minha cabeça, como se diz por aí, várias “fichas caíram”, não acho que todo designer precisa virar mãe ou pai para adquirir maturidade como profissional, mas de alguma forma esse ponto da minha vida eu senti como um estalo. Você começa a entender outras prioridades na sua vida, começa a entender que deve escolher algumas brigas e não entrar em qualquer discussão, que desgasta e traz mal estar para todos os envolvidos.

Hoje, com o aprendizado do dia-a-dia, somado à minha forma de pensar ou meu jeito de agir, acerca de determinados problemas, sinto-me mais leve  e bem mais resolvida, não que eu ainda não tenha problemas com projetos e pessoas no meu dia a dia, inclusive acho que isso vai ser para sempre enquanto tivermos que trabalhar em grupos e fazer parte de comunidades, mas minha dica é que você pode virar ou amenizar toda dor, todo tropeço, e ter um baita aprendizado, que te faça cada vez melhor.

Tenha em mente,

  • tudo passa
  • não é bom guardar rancor ou ressentimento
  • temos o lado bom e o lado que precisa melhorar
  • todos passam por experiências desagradáveis

Ouvi certa vez uma frase que dizia que “o líder é um ser solitário”, concordo em parte; por um lado é sempre bom ser humilde e nunca parar de aprender com seu time, por outro é importante ter a certeza de que você não vai agradar 100% a todos e a todo tempo - paciência.

Se depois de ouvir vários pontos de vista, você tiver a convicção de que o seu ponto continua sendo o melhor, de preferência com argumentos palpáveis, vá em frente, mas tendo em mente que nem sempre você vai ter as melhores idéias  em relação ao grupo, o que de alguma forma torna-se muito bom! Sem dúvida, é uma delícia trabalhar com pessoas inteligentes, e às vezes até mais do que você. Muito gratificante. Bora comemorar as vitórias dos colegas e dos amigos, para quando chegar nossa hora, eles comemorem com a gente também!

Humildade, empatia e maturidade, penso que são elementos cruciais ou essenciais para se viver bem nessa nossa sociedade corporativa. Existem mais porquês das coisas serem do jeito que são do que você imagina. Às vezes não chegam até você, mas elas estão lá.

Tragamos o senso de UX para dentro dos nossos times e para nossas vidas, não só para o usuário final. Consigo perceber uma tendência de as companhias se tornarem cada vez mais horizontais, onde prevaleça a transparência, o feedback sincero seja para um stakeholder, para um colega ou para o chefe. Também vislumbro a tendência de termos uma organização mais plural e mais diversa, onde o importante é a personalidade e a experiência de vida das pessoas. Nossa geração, acredito que está derrubando alguns estereótipos convencionais do passado, como figuras de executivo, diretor e CEO, e vejo que o time de “UX” tem essa capacidade incrível de absorver diferentes identidades funcionais. Nós de “UX”, podemos ser ou significar um ponto inicial nessa grande mudança que está por vir nos segmentos das companhias.

Acompanhando os resultados, colhendo os frutos

A organização e o processo perfeito não existem, estamos em constante aprendizagem. Para ter um ambiente saudável e prazeroso de trabalhar é crucial começar por nós mesmos.

Faça uma auto-análise, foque nos seus pontos fortes tanto técnicos como sociais, trabalhe seu lado sombrio, não esconda de si mesmo que às vezes você erra, que às vezes se arrepende, jogue luz na sua escuridão, evolua, perdoe os outros e principalmente a você mesmo.

Busque assimilar sobre os demais contextos além da sua área, é prazeroso entender as prioridade da companhia e trazer resultados em conjunto, não foque apenas em pequenas vaidades. Se possível recicle. Traga seu lado artístico para fazer parte do corporativo no sentido criativo e mágico da coisa. Ninguém disse que ia ser fácil, mas podemos fazer da nossa jornada um caminho divertido, com menos espinhos, colhendo mais flores e frutos.

Acima de tudo seja você, esse ser mutante em constante metamorfose, sempre em busca de um mundo melhor.

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